PREPARANDO A APRESENTAÇÃO DO PROJETO JORGE AMADO

13/07/2012 15:09

     Durante essa última semana ensaiamos o texto O gato Malhado e a andorinha Sinhá. Hoje foi a apresentação das equipes, com a plateia da Escola Rui Barbosa presente. 

    Vamos ler um resumo da obra encenada pelos alunos do 4º ano da ESCOLA RUI BARBOSA.

 

 

Resumo da obra de Jorge Amado :O GATO MALHADO E A ANDORINHA SINHÁ

 

 

 

 

          O Tempo prometera a Manhã uma rosa azul se a história que ela lhe contasse fosse boa. Era uma história de amor entre o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá.

          Gato Malhado era um gato já velho, mal-humorado e muito mau. Um dia, todos os animais do parque fugiram do gato mas uma jovem andorinha permaneceu num galho de uma árvore. Tiveram um pouco a conversar, ou melhor discutir.

          Desde ai, o Gato Malhado só pensava na Andorinha Sinhá e vice-versa. Numa manhã ele passeou pelo parque e os seus pés levaram-no até a casa da Andorinha. A partir daí todos os dias se encontravam para passear e conversar. Já no fim do Verão, o Gato disse a Andorinha que até casava com ela, ao qual ela respondeu que andorinhas não se casavam com gatos. Depois disso, a Andorinha andou desaparecida.

          Andou pela boca dos animais um boato que a Andorinha namorava com o Gato, e todos criticavam ambos.

          Algum tempo mais tarde, já no Outono, o Gato soube que a Andorinha estava de casamento marcado com o Rouxinol,  muito amigo dela. Desde então, o Gato Malhado, passou a andar triste e mal-humorado para todos.

          Revoltado, o Gato matou alguns dos animais que começaram com os boatos.

          Já no Inverno, ocorreu o casamento do Rouxinol com a Andorinha Sinhá. Era tanta a tristeza do Gato Malhado, que ele decidiu caminhar até ao Fim do Mundo. Este viu a Andorinha, pela última vez no casamento, ela também o viu. Na cara dela via-se também tristeza, pois gostara também do Gato, mas fora obrigada a casar com o Rouxinol.

         A Andorinha Sinhá deixou cair uma pétala de rosa do seu buquê sobre  Gato, a qual ele colocou  no peito, parecendo uma gota de sangue.

         Quando o gato saiu de lá, a pétala brilhou e encaminhou-o até ao Fim do Mundo.

         Assim, a Manhã recebeu a rosa azul do Tempo.

 

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